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INFÂNCIA E JUVENTUDE

infanciaO Departamento de Infância e Juventude tem a função específica de levar às crianças e aos jovens os conhecimentos do Espiritismo e o estímulo à sua vivência. É constituído, basicamente, dos setores de Infância e de Juventude, sendo coordenado por um Diretor, nomeado pelo Presidente da Casa, assessorado por tantos Coordenadores quantos sejam os setores nele criados.

 

 

SETOR DA INFÂNCIA

 

Compete a este setor:

* propagar a importância da evangelização espírita infantil, promovendo, na Rede Federativa Estadual, a expansão da tarefa;

* dinamizar o trabalho da Infância, incentivando a realização de encontros de evangelizadores, encontros de crianças, reuniões de pais e evangelizadores e outras atividades que favorecem o seu fortalecimento;

* promover campanhas específicas de divulgação da tarefa;

* divulgar um Currículo de ensino que permita alcançar um ponto de encontro entre todos os espíritas e a divulgação dos princípios norteadores do processo de aperfeiçoamento moral.

 

 

SETOR DA JUVENTUDE

 

Compete a este setor:

* coordenar o trabalho de Evangelização Espírita Juvenil em toda a rede federativa estadual;
* promover a sua expansão, incentivando a instalação de novas Juventudes junto às instituições espíritas do Estado;

* sugerir recursos para o crescimento qualitativo das já existentes;

* promover encontros específicos com os dirigentes desse trabalho com a finalidade de: a) manter sempre presentes os seus objetivos e b) proceder à avaliação permanente do mesmo, visando ao planejamento ou replanejamento futuros;

* promover encontros de juventudes com fins confraternistas ou de estudo, de âmbito municipal ou estadual;

* promover, periodicamente, uma confraternização de juventudes de âmbito estadual.

 

O horário das atividades de evangelização Infanto-Juvenil é aos Sábados, às 20:00h, com duração de 45 minutos, sendo que as turmas são divididas conforme a faixa etária, da seguinte forma:

 

 Maternal, crianças de 3 e 4 anos;

 Jardim, crianças de 5 e 6 anos;

1º Ciclo, crianças de 7 e 8 anos;

2º Ciclo, crianças de 9 e 10 anos;

3º Ciclo, crianças de 11 e 12 anos.

 

 

Por que Integrar o Jovem?

 

“(…) O moço poderá e fará muito se o espírito envelhecido na experiência não o desamparar no trabalho. Nada de novo conseguirá erigir, caso não se valha dos esforços (daqueles) que lhe precederam nas atividades. Em tudo, dependerá de seus antecessores. (…)”

Um dos motivos principais, portanto, para a integração do jovem na Casa Espírita é a sua preparação junto aos mais experientes para assumir paulatinamente maiores responsabilidades, ao mesmo tempo em que coopera doando sua força de trabalho, seu entusiasmo e dinamismo.

O jovem que freqüenta a juventude organizada pela sua Instituição nela encontra o campo ideal para o desenvolvimento do seu potencial e para a aquisição de experiências valiosas. A Juventude ou Mocidade espírita que, durante o processo de evangelização, não conseguir entrosar o jovem nos diversos trabalhos da Casa não está cumprindo uma das suas mais importantes finalidades — a de integração da Juventude na Instituição e, por meio desta, no Movimento Espírita.
É no trabalho espírita que o jovem realizará a prática da convivência fraterna com os seus semelhantes e a da cooperação coletiva de socorro, de estudo, de trabalho, de divulgação, enfim da construção de um mundo melhor pelo esforço conjunto.
São muitas as atividades nas quais o jovem pode colaborar na Casa Espírita. Dentre elas, podemos citar:

 

* leitura de páginas e/ou breves comentários a título de preparação de ambiente, quando devidamente orientado; exposição doutrinário-evangélica;

* biblioteca de empréstimo;

* livraria;

* atividades administrativas;

* atividades de assistência social;

 

 

O Jovem e a Evangelização da Criança

 

A cooperação da juventude no trabalho da evangelização da criança é necessária. Ela deve continuar lado a lado com a maturidade, nessa obra de recuperação humana, que se vem fazendo no Espiritismo cristão. Trata-se de assunto da mais grave importância, porque, necessitando a mocidade, ainda, de mais profunda compreensão dos deveres evangélicos, encontra nos colaboradores mais velhos a experiência dos anos vividos, não apenas pelo exercício da palavra, mas, sobretudo, pela exemplificação cotidiana. Aceitar a colaboração da juventude e estimulá-la constitui, a nosso ver, providência feliz, tanto mais quanto, empenhada nesse mister, ela irá também aprimorando a sua educação evangélica. Nem se compreenderiam, no âmbito espírita, separações no trabalho comum. (…)

 

Todos temos de trabalhar no sentido da união perfeita, de modo a fazer convergir o esforço de cada um para o fim por todos colimado. A liberalidade do Espiritismo permite a renovação dentro da Doutrina. Acontece que, muitas vezes, se impacienta o ânimo dos que ainda não adquiriram a paciência que o conhecimento real e profundo dos problemas espíritas assegura. Nas horas de dúvida ou nos momentos de divergência, a Doutrina pode ser invocada para o esclarecimento geral. Ninguém é realmente espírita sem conhecer e respeitar as determinações doutrinárias. A mocidade e a maturidade são forças ponderáveis e compatíveis. Os jovens entram com o entusiasmo e a energia que revitalizam as ações humanas; os mais idosos, com a experiência e a clarividência. Foram também jovens. Hoje vêem e sentem as coisas com maior objetividade, depois dos testemunhos colhidos nas lutas cansativas dos anos vividos. A conjugação dessas duas forças dá ao Espiritismo a confiança de avançar para o futuro com a certeza do triunfo, como, aliás, vem sucedendo. (…)

 

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